Células e Discipulado
por Mario Vega
A terefa do ministério de células é fazer discípulos de Cristo. O objetivo não é apenas evangelismo. Essa é uma parte importante, mas a meta definitiva é fazer de cada novo crente um discípulo de Jesus. De fato, o modelo de células torna-se insustentável se a meta de fazer discípulos não é alcançada uma vez que sem discípulos não há líderes. Os líderes são todos discípulos de Jesus.
O trabalho de célula é um ciclo que se auto-alimenta. Cada discípulo torna-se um líder de célula. Cada célula que é aberta significa mais pessoas alcançadas com o evangelho. Com mais pessoas alcançadas, há maior possibilidade de conversões. Com um maior número de conversões, há uma maior possibilidade de mais discípulos. Com mais discípulos, há mais células. E assim o ciclo continua alimentando-se indefinidamente.
O tema do discipulado é às vezes o elo mais fraco nesse ciclo. Quando você negligencia fazer discípulos, a quebra de cadeias e o trabalho ficam estagnados. Portanto, não devemos nunca perder o foco no fato de que o trabalho de células é sustentado pelo discipulado. A chave para o trabalho de células encontra-se nesse esforço. É o meio e o fim ao mesmo tempo. A mesma meta que Jesus teve.
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